Conta de luz fica mais cara em 2020

Segundo a agência, a manutenção da cobrança extra ocorre por causa do baixo nível de armazenamento dos principais reservatórios do SIN (Sistema Interligado Nacional) e pelo regime de chuvas significativamente abaixo do padrão histórico nas regiões onde há hidrelétricas. Com isso, é preciso acionar as térmicas.

 

 

O dados mostram que as hidrelétricas do Sudeste, que concentram os maiores reservatórios do país, estão atualmente com o menor nível de armazenamento desde 2014, mesmo em um período tradicionalmente de chuvas.

Segundo a Aneel, a previsão de chuvas para janeiro mostra que ocorrerá alta nos principais reservatórios, mas ainda em patamares abaixo da média histórica, o que afeta a capacidade de produção das usinas hidrelétricas e demanda o acionamento de parte do parque termelétrico, de maior custo de geração.

Em boletim divulgado nesta sexta-feira (27), o ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico) já havia indicado previsão de menor índice de chuvas em importantes regiões, como Sudeste (75% da média histórica) e Nordeste (29% da média), no mês de janeiro.

Economia
Por se tratar de um mês de férias escolares, a bandeira tarifária amarela pode pressionar ainda mais o orçamento das famílias.

Com isso, segundo especialistas, não há outro jeito a não ser economizar. Dentre as principais dicas estão tomar banhos curtos e com temperatura razoável, além de desligar a chave-geral ao viajar. (Agências e CG)

MERCADO IMOBILIÁRIO PREVÊ ACELERAÇÃO EM 2020

A combinação de fatores como a baixa taxa básica de juros (Selic), que se encontra em menor nível histórico, o otimismo quanto à retomada mais consistente da economia no decorrer deste exercício, a recuperação dos níveis de emprego e a ampliação do crédito junto aos bancos promete alavancar o mercado imobiliário belo-horizontino em 2020. A expectativa da Câmara do Mercado Imobiliário e Sindicato das Empresas do Mercado Imobiliário de Minas Gerais (CMI/Secovi-MG) vale tanto para a locação quanto para a venda de imóveis na Capital.

De acordo com o diretor da entidade, Leonardo Matos, uma vez que a conjuntura impulsione a comercialização de imóveis na cidade, o mercado de locação também será beneficiado. O principal motivo, segundo ele, diz respeito à rentabilidade do negócio, que, com a queda da Selic – hoje em 4,5% ao ano –, voltou a ser uma boa opção de investimentos frente a outras alternativas financeiras.

“Quem antes postergou a compra do imóvel por causa da crise, já começa a olhar com outros olhos para as opções de compra, diante das melhores condições. Da mesma forma, quem já tem imóvel próprio, mas deseja investir ou já é investidor, terá no mercado de locação uma boa opção”, explicou.

Diante disso, a expectativa, conforme Matos é que somente o mercado de vendas de imóveis cresça pelo menos 5% neste ano sobre o exercício anterior. Em 2019, segundo ele, deverá ser apurada estabilidade. Com isso, é possível que os preços também aumentem, já que o volume de estoques de imóveis em Belo Horizonte está baixo e é hoje um dos menores do Brasil quando comparado com cidades de mesmo porte.

“Pode ser que haja incremento nos preços, porque isso depende da oferta e demanda. E como a oferta hoje está baixa, a elevação na procura vai inflacionar os preços”, disse.

Já no caso do mercado de locação, Matos não estimou em quanto deverá crescer neste exercício, mas ele também aposta em elevação dos preços do aluguel. Neste caso, deverá ser no mesmo patamar da inflação, já que a oferta de imóveis deste tipo tende a ser maior. De toda maneira, ele ponderou que o aumento refletirá a adequação dos preços em relação aos últimos anos.

“Com a crise, houve muita defasagem nos valores cobrados e, por mais alto que seja o reajuste, ainda ficará abaixo dos cortes feitos nos anos anteriores”, justificou.

Para se ter uma ideia, o Instituto Data Secovi, mantido pela CMI/Secovi-MG, apurou que, de janeiro a outubro de 2019, o valor médio do aluguel em Belo Horizonte subiu 8,11% em relação ao mesmo período de 2018. A variação do IGP-M nesse período foi de 3,15%, o que significa um aumento real de 4,96% no aluguel.

DICAS PARA UM VERÃO SAUDÁVEL

Confira algumas dicas que ajudam a aumentar a saúde e o bem-estar, aproveitando todos os benefícios desse período do ano:

– Beber água ou líquidos não açucarados, cerca de 2 a 3 litros de água durante o dia para não desidratar.

– Evitar exposição solar direta nas horas de muito calor, entre as 10 e as 15 horas.

– Passar protetor solar 15 minutos antes de sair de casa e repassar de 2 em 2 horas, principalmente se for à praia.

– Usar chapéu ou boné quando estiver ao sol e usar roupas leves e claras que absorvam menos o calor.

– Comer frutas, verduras e legumes crus, ricos em água como alface, chuchu, pepino, tomate, couve-flor, melancia, melão, abacaxi, maçã, cenoura, banana, goiaba e clara de ovo.

– Evitar consumir bebidas alcoólicas e refrescos doces. Eles aumentam a perda de água do corpo.

– Também é importante cuidar do ar condicionado. No verão, a presença de bactérias, vírus ou ácaros no ar aumenta, agravando as alergias. Portanto, deve-se limpar os filtros do ar condicionado com frequência, usar um vaporizador, ou colocar uma panela, ou balde com água, para umidificar o ar evitando assim problemas respiratórios.

– Não se esqueça de passar repelente no corpo. Nesta época, há mais mosquitos e na fase das chuvas pode ocorrer epidemia de dengue. #sotaonetimoveis